26.06.2015 // atualidades / cinema&tv / seriados
POR Fabi Toledo

“Secrets and Lies” me conquistou logo de cara. Série boa é assim, né? No piloto você já sente se vai prender sua atenção ou não. E como não amar qualquer coisa que envolva os lindos Ryan Phillippe e Juliette Lewis? Sério, que dupla incrível!

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A versão americana de “Secrets and Lies” é um remake de uma produção australiana de mesmo nome. Ao contrário da série original, que teve uma única temporada, a versão dos EUA (ABC) foi renovada. A trama acompanha a vida de Ben Crawford (Ryan Phillippe), um homem de família que descobre o corpo de um garotinho e logo se torna o principal suspeito de sua morte. Crawford passa a ficar na mira da detetive Andrea Cornell (Juliette Lewis). Ambos começam a investigar o crime para entender o que aconteceu, sendo que Cornell desconfia de Crawford, que por sua vez não se recorda bem daquela noite. Vários segredos da pequena comunidade acabam sendo revelados. Quantos mistérios, não?

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Essa série é extremamente instigante. Eu assisti a todos os episódios da primeira temporada bem rapidamente, é muito envolvente e cheia de reviravoltas. Há sutilezas por trás do que é revelado para cada personagem no início, é bacana ver as “máscaras” caindo aos poucos.

O final da primeira temporada é simplesmente impactante! Não quero falar muitas coisas a mais para evitar spoilers, mas recomendo fortemente para quem gosta de mistério, crime, polícia, investigação, suspense.

Vale mesmo muito a pena, estou ansiosa pela segunda temporada!

Alguém já assistiu? Gostou?

Beijos!

por: Fabi Toledo
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POR Maripê

You Won't Regret That Tattoo - Short Documentary Film by Angie Bird

Geralmente quem fala sobre tatuagem aqui no Máfia é a Nat, mas hoje o assunto é meu! Estava no momento do looping do Facebook, aquele que você fica descendo a barra de rolangem para sempre, dando likes em fotos e ocasionalmente clicando em alguns links externos. É aquela conversa de sempre: você encontra notícias sobre música, alguém com uma foto bacana, fofocas de celebridades, e por aí vai.

Mas, de vez em quando, surge algum tema específico que nos chama muito a atenção, e este foi o caso do vídeo tema deste post: ‘You Won’t Regret That Tattoo’ é um curta-documentário que explora os significados e as memórias por trás das tatuagens de uma geração mais velha, e desafia a crença de que a tinta trará arrependimento no futuro.

O filme traz depoimentos de pessoas super diferentes que tem a tinta no corpo em comum. Achei incrível ver como cada tatuagem tem o seu significado, que por diversas vezes foram feitas em momentos particulares e importantíssimos para a história de vida de cada um.

Tatuagens como a de Berenice Williams, com desenhos de doces e cupcakes que representam sua filha, pois ela sempre a chamou de Sweet. Ou de Monica Branson, que comenta que seu primeiro desenho foi uma homenagem ao seu marido falecido – embora ela ache que ele não aprovaria, mas ele não estava mais aqui, então ela fez de qualquer maneira.

You Won't Regret That Tattoo - Berenice Williams

You Won't Regret That Tattoo - Monica Branson

Histórias como a de Rick Gadde, que celebrava momentos da sua vida com desenhos no corpo, como quando finalmente colocou o pedófilo que abusou a ele e seu irmão, quando criança, na cadeia. Histórias como a de Bruce Stewart, que tatuou uma pata de um urso no braço, referência ao seu nome de tribo, Gentle Bear, após ganhar o apelido do chefe do Native Center após um período de cura espiritual depois de uma grande perda. Histórias das mais simples às mais complexas, recheadas de significados.

You Won't Regret That Tattoo - Rick Gadde

You Won't Regret That Tattoo - Bruce Stewart

Tudo isso me fez pensar que tatuagens são cicatrizes que a gente escolhe ter. Que por algum motivo, a gente quer se apegar àquele sentimento, àquela hora, àquela sensação, daquele específico momento. O seu eu futuro pode sim se arrepender de um monte de tatuagens AND de outras coisas que você fez na vida, mas esse seu eu vai para sempre lembrar que aquela é a sua história, cheia de ups and downs.

por: Maripê
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23.05.2015 // cinema&tv / comportamento / seriados
POR Maripê

Há uns bons anos eu não tenho mais TV no quarto, por problemas do tipo, meu pai toma conta da TV da sala (e eu quero a minha privacidade para ver meus programas), minha TV pifou mesmo e preguiça eterna de comprar uma nova pra ter um ponto hd no quarto – afinal, agora só pode ter NET com sinal HD.
 
Problemas a parte, meu entretenimento principal acabou virando este device que utilizo para escrever estas palavras: meu macbook <3 Só conectar na internet que a gente ganha o mundo. E se depois de vasculhar o facebook, ler posts e videos em blogs e vlogs preferidos, tem hora que cansa. A gente quer é assistir uma TVzinha.
 

All day on the Internet @ We Heart It

 
Viciei em séries, e confesso que sou fã de torrents e legendas. Aliás, um obrigada àqueles lindos que legendam as séries que eu tanto quero ver e nunca chegam na minha TV inexistente. A gente baixa seriado mesmo e se reclamar, baixa filme também. Mas, confesso que de uns tempos para cá até isso deu preguiça: download. Queria apenas ligar a tv/computer e assistir alguma coisa. Aí entra ele, o queridinho, o Netflix.
 
Sim, virei fãzona desta coisa maravilhosa, essa infinita caixa de surpresa com filmes e seriados sem fim, alí, a um clique do mouse. Achei incrível quando todomundo estava falando de Breaking Bad e eu nunca tinha assistido. Foi só dar uma vasculhada no sitezinho mágico e vi lá: váaarias temporadas já legendadas e tudo esperando só o play. Assisti tudo e ainda acompanhei o fervor da última temporada com a galere – mas aí voltando pro download + legenda.
 

Watch Series All Day @ We Heart It

 
Aí acabou Breaking Bad e eu queria ver algo diferente. Veio The Fall, com a Scully e o Christian Grey lindão. Que série! Incrível! E aí acabou The Fall e eu fiquei sem seriados de novo. O que assistir? Scandal? Unbreakable Kimmy Schimdt? The Bridge? Todas?
 
Comecei a reparar que o Netflix me deixava em uma bolha incrível. Tão mais fácil não precisar ligar a TV, escolher o download no computer, procurar a legenda, baixar, juntar tudo, bla bla bla. E aí que tá o trunfo: a gente se acostuma tão fácil a escolher a próxima série ou filme que até esquece da existência de outras possibilidades na TV da sala, de assistir a um documentário no discovery home & health ou um lançamento na HBO. Esquece até de ver Game of Thrones! (culpada, não assisto desde o ep 3 da temporada atual). Esquece até mesmo, da vida lá fora – melodramatiquei.
 

Netflix Al Night

 
O vício de agora? The Good Wife, e vendo de 2 a 3 eps por noite! E estou adorando. Não me julguem por estar mega atrasada em outra série fantástica. E por as vezes preferir ficar em casa fazendo maratona do que ir pro shopping passear fazendo nada também.
 
P.S. >> voltando pro blog agora, depois de um tempinho away por any reasons. Tks Fabi por me receber novamente <3

por: Maripê
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07.05.2015 // atualidades / cinema&tv
POR Fabi Toledo

Essa série mal começou e eu já estou apaixonada por ela! Fiquei muito triste com o final de Gossip Girl e desde então procuro outra série que tenha um toque de moda, riqueza, glamour, poder e confusão! Hahaha. Confesso que já li algumas críticas bem ruins a respeito dela, mas nem me abalei, viu? Gostei e ponto!

Então, vou falar um pouco sobre a minha nova queridinha: “The Royals”! Trata-se de uma série do canal E!, inspirada em Hamlet, criada por Mark Schwahn (One Tree Hill), Brian Robbins e Joe Davola (One Tree Hill, Smallville).

 

A trama gira em torno de uma fictícia família real britânica e o modo pelo qual ela se relaciona com o mundo das celebridades, corrompido pelo dinheiro e pelo poder. É interessante observar como essa questão é explorada, já que muita gente acaba tendo uma visão meio que romântica e idealizada dos ricos e poderosos, né? Muitos conceitos são desconstruídos nessa série.

O príncipe Robert, um monarca amado pelo povo, é acidentalmente morto durante seu treinamento militar. Depois desse terrível fato, seu irmão, o príncipe Liam, torna-se o próximo na linha de sucessão e passa por uma série de dificuldades oriundas dessa posição, que é cheia de responsabilidades. O príncipe é apaixonado pela estudante de artes e história Ophelia (Merritt Patterson), filha de Ted (chefe de segurança da realeza).
A relação de Ophelia com Liam não agrada a Rainha Helena (Elizabeth Hurley), que enfrenta problemas em seu casamento com Simon (Vincent Regan), o Rei da Inglaterra. A Rainha Helena é um dos grandes destaques da série, com todo seu glamour e seus segredos. Sua outra filha, a Princesa Eleanor (Alexandra Park), ovelha negra da família, é uma jovem que adooora uma festinha. Ela desperta o interesse de Jasper (Tom Austen), um dos seguranças do Palácio.

Bom, não vou dar mais informações para evitar spoilers. Até o presente momento, foram disponibilizados 8 episódios. E que venham os próximos! Caso alguém já esteja acompanhando essa série, deixe comentários aqui no site, ok? Vou amar, porque estou viciada nela!

Beijos!

FONTES: http://theroyals.com.br | http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/tag/the-royals/

 

por: Fabi Toledo
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19.09.2014 // celebridades / cinema&tv / seriados / tv
POR Nat Corrêa

 1. Ela sabe de tudo

 2. Inclusive dos dramas do dia-a-dia

 

3. Aprecia mesmas coisas que todas nós

4. E compartilha a mesma filosofia de vida

5. Já sofreu bullying

6. Mas sabe quando dar o troco

7. Entende a beleza de um novo relacionamento 

8. Ama os animais

9. Conhece todas as tendências mais recentes

 

10. Dá valor a boa música e a uma alimentação balanceada

11. Compartilha do seu ódio quando alguém não responde as suas mensagens

12. Nicole é um pouco como todas nós, maluca, sem filtro e a festa só começa quando ela chega!

#Recomendamos

Candidly Nicole surgiu uma web série produzida pela AOL e acabou por se tornar um Reality Show pelo canal VH1. A série traz um pouco da vida de Nicole Ritchie  –  você provavelmente se lembra dela por “The Simple Life” ao lado de Paris Hilton.  Nicole é maluca, sem filtro e passa por diversas situações bem estranhas e engraçadas.

A série acaba de ser renovada para uma segunda temporada, vai ao as nas quartas-feiras e ainda não tem previsão de estréia no Brasil. Você pode acompanhar os primeiros episódios da web série aqui.

 

xx.

Nat

por: Nat Corrêa
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11.10.2013 // celebridades / cinema&tv
POR Rodrigo Maya

Máfia das Divas | Dia das Crianças com Julie Andrews

A atriz britânica Julie Andrews é considerada uma das maiores e mais elegantes divas da história. Dona de uma das mais belas vozes do cinema e com uma carreira de mais de meio século nos palcos e nas telas, a atriz já ganhou os prêmios Oscar, Emmy e até o Grammy. Em 2000, ganhou o titulo de “Dame” da Rainha da Inglaterra por serviços no campo das artes, juntando-se à um grupo de grandes nomes do Reino Unido. Andrews faz, também, parte da história da Disney, com papéis marcantes que todos lembrados com alegria e – em muitos casos – com nostalgia.

Por isso, resolvi listar aqui 5 filmes ou séries de filmes com a Julie Andrews para você relembrar seus tempos de criança ou curtir com sua família, irmãos mais novos ou filhos.

Mary Poopins (1964 / dir: Robert Stevenson)

Julie Andrews em "Mary Poppins"

A história da mágica e esperta babá que aparece na mansão dos Banks para unir a família e ensinar o significado da felicidade é a estréia de Julie Andrews no cinema após anos de trabalho nos palcos de West End e na Broadway. O longa lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, fazendo dela uma das polcas atrizes a ganhar o prêmio pelo primeiro filme em que atua. A história retratada no cinema fez parte da infância de diversas crianças desde os anos 60 por suas diversas reprises todos os anos.

É diversão garantida sempre que é exibido por todos lembrarem de suas marcantes cenas como quando Mary Poppins e o limpador de chaminés entram nos desenhos da calçada para um mágico mundo de desenhos, pela palavra “Supercalifragilisticexpialidocious” ou pelo número “Chim Chim Cher-ee” (ganhador do Oscar de Melhor Canção) onde dezenas de limpadores de chaminé dançam com a babá pelos telhados de Londres.

Com personagens secundários igualmente divertidos como as duas empregadas da família, a mãe feminista e – claro – o limpador de chaminés Bert, interpretado pelo sempre brilhante Dick Van Dyke, o filme precisa fazer parte da lista de filmes do dia das crianças de qualquer casa.

A Noviça Rebelde (1965 / dir: Robert Wise)

Julie Andrews em "A Noviça Rebelde"

Um ano após o enorme sucesso de “Mary Poppins”, Andrews voltou a ser indicada para o Oscar pelo papel da noviça Maria. Mais uma vez sendo chamada para cuidar de crianças – dessa vez das sete crianças von Trapp – após o pedido do viúvo Capitão von Trapp por uma governanta, Maria envolve-se em diversos atritos com o militar sobre a maneira rígida que ele cuida de seus filhos.

A noviça começa uma grande história de amor com o capitão, além de trazer muitas mudanças para a vida dessas crianças através da música, com os clássicos “The Sound of Music”, “Do-Re-Mi” e “Edelweiss”. Tudo isso com lindos cenários e um pano de fundo da invasão nazista, “A Noviça Rebelde“ é um clássico do cinema musical, exibido todos os anos na televisão em datas como Natal e Ano Novo, trazendo um gostinho de infância para muito adulto.

O Diário da Princesa (2001 / dir: Garry Marshall)

Julie Andrews em "O Diário da Princesa"

Após diversos papéis e interessantes trabalhos que variaram de musicais até mesmo um filme com Alfred Hitchcock, Julie precisou dar uma parada para cuidar da carreira, fazendo uma cirurgia na garganta que lhe custou a famosa voz para o canto.

Mas em 2001 ela voltou com o sucesso infanto-juvenil “O Diário da Princesa”, onde interpretou a Rainha da Genovia, Clarisse Renaldi, que aparece para bagunçar a vida de sua neta, a desajeitada adolescente Mia – interpretada pela então desconhecida Anne Hathaway – para anunciar que ela é herdeira do trono e precisa ser preparada para assumir seu papel no reinado. Os conflitos entre a avó que tenta transformar a neta em uma elegante princesa e a relutante adolescente frustrada são alguns dos momentos mais especiais do filme, que foi um enorme sucesso de bilheteria e apresentou Andrews para uma nova geração de fãs.

Eloise at the Plaza & Eloise at Christmastime (2003 / dir: Kevin Lima)

Julie Andrews em "Eloise at the Plaza"

Em 2003, Julie voltou ao seu tão famoso papel de babá e, novamente, em filmes baseados numa série de livros. A história da pequena Eloise, uma menina de 6 anos que mora na cobertura do Hotel Plaza em Nova York com sua Babá, seu cachorro Weenie e sua tartaruga Skipperdee. Pelo segundo filme, Julie Andrews foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, que se passa durante a época de Natal e onde sua personagem aparece com mais proeminência. Ambos são filmes ótimos para se divertir com as aventuras de Eloise pelo hotel e com a Babá sempre correndo atrás da pequena.

A série Shrek

  1. Shrek 2 (2004 / dir: Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon)
  2. Shrek Terceiro (2007 / dir: Chris Miller e Raman Hui)
  3. Shrek Para Sempre (2010 /dir: Mike Mitchell)

Julie Andrews como a Rainha Lillian na serie "Shrek"

A partir do segundo filme da série Shrek, Julie Andrews entra na história como a Rainha Lillian, mãe da princesa Fiona que agora já está permanentemente como ogra e casada com o ogro Shrek. Sua personagem aparece na saga do ogro por sua desaprovação das escolhas da filha em permanecer como ogra e casar com Shrek, mas acaba aceitando que sua filha está feliz e participa das aventuras pela terra de Tão Tão Distante. Os filmes são enormes sucessos, sendo a franquia de animação mais bem sucedida da história.

por: Rodrigo Maya
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25.09.2013 // atualidades / beleza / celebridades / cinema&tv / moda
POR Isa Brandão

Depois de muito analisar os looks desse último Emmys, chegamos a um acordo! Os melhores, que em nossa opinião resultou em um empate em 3o. lugar, são:

1o. Anna Gunn usando Romona Keveza – Além de um caimento perfeito, a atriz premiada de Breaking Bad foi vestida para ganhar! Composição cabelo, jóias, vestido e clutch, nota 10!!!

2o. Kaley Cuoco usando Vera Wang – Para atriz essa foi uma das vezes em que ela acertou em cheio! O look completo ficou divino!

3o. Julia Louis-Dreyfus usando Monique Lhuillier – Estatuesca! A protagonista de VEEP subiu ao palco e arrasou como sempre!

4o. Leslie Mann em J. Mendel – O grafismo bicolor, o caimento e a transparência fazem o vestido se destacar entre os demais. Muito elegante!

5o. Katrina Bowden de Badgley Mischka – Katrina que interpretou a secretária sexy e burra de Liz Lemon em 30 Rock, mostrou bem seus atributos em um vestido coladíssimo azul com detalhes turquesas. Lindo, mas para poucas!

E vocês meninas, tem mais algum look que acharam interessante?

Achei esse ano com mais erros do que acertos, e vocês?

por: Isa Brandão
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06.09.2013 // celebridades / cinema&tv
POR Rodrigo Maya

Uma garota jovem, de origem humilde e que não sabe quem é seu pai. Sua mãe é internada em um hospital psiquiátrico e ela passa por diversos lares adotivos. Seu sonho é ser uma estrela amada por todos. A pequena Norma Jean cresceria para ser o maior ícone de todos os tempo, Marilyn Monroe.

A história da pequena Norma Jean Mortenson começa em Los Angeles, no dia 1 de junho de 1926. Filha de Gladys Pearl Baker, Norma Jean nunca soube com certeza quem era seu pai, embora tenha lembranças de sua mãe lhe mostrando a foto de Charles Stanley Gifford quando era pequena e dizendo que ele era seu pai. Financeira e psicologicamente instável, Gladys entregou sua filha para lares adotivos, onde a pequena passou por diversas famílias e enfrentou diversos abusos, inclusive sexuais.

Com 16 anos e com sua mãe ainda internada em um hospital psiquiátrico, Norma Jean casou-se com James Dougherty para evitar ser mandada de volta para o orfanato. Enquanto seu marido foi para a Marinha, Norma Jean começou a trabalhar como modelo e fez testes para os grandes estúdios. Com seu novo trabalho chegou o fim de seu casamento.

Fã de Jean Harlow, Norma fez como seu ídolo e escolheu o nome de solteira de sua mãe para seu nome artístico “Monroe“ e Ben Lyon – executivo da 20th Century Fox – escolheu o nome Marilyn. Na primeira vez que deu um autógrafo, Marilyn precisou perguntar onde ficava o “i“ em Marilyn.

Seu primeiro papel de destaque foi no filme “A Malvada“, com Bette Davis e Anne Baxter. Marilyn conseguiu uma sequência de papéis, ficando presa ao estéreotipo da loira sensual e burra.

Muita publicidade veio quando foram divulgadas fotos nuas, tiradas em seu tempo como modelo. Essas fotos foram compradas por Hugh Hefner e divulgadas na primeira edição de Revista Playboy. O fotografo tentou chantagear Marilyn com a divulgação, mas ela admitiu ter tirado as fotos “para pagar seu aluguel“.

Em 1953 sua carreira decolou com Os Homens Preferem as Loiras e Como Agarrar um Milionário. No primeiro, Marilyn imortalizou a musica “Diamonds Are a Girl’s Best Friend“. Cansada dos mesmos tipos de papel, Marilyn procurou estudar na aclamada Actor’s Studio e fez os filmes O Pecado Mora ao Lado – famoso pela famosa cena de Marilyn com seu vestido voando – Nunca Fui Santa e O Príncipe Encantado (filme cuja produção foi mostrada em 7 Dias com Marilyn, com Michelle Williams como a estrela).

Porém, foi em 1959 que seu maior filme saiu – Quanto Mais Quente Melhor. A comédia de Billy Wilder lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz – Comédia e é considerada até hoje como uma das maiores comédias dos últimos tempos. No filme Marilyn interpreta a adorável Sugar e canta o clássico “I Wanna Be Loved By You“.

Depois desse filme, Marilyn ainda completou Adorável Pecadora, também famoso pela canção “My Heart Belongs to Daddy“ e Os Desajustados – que ficou mais famoso por ser o último filme de Clark Gable e também o de Marilyn, alem dos diversos problemas de produção e os famosos atrasos de Marilyn.

Marilyn acabou casando mais duas vezes, primeiro com o jogador de baseball Joe DiMaggio e depois com o escritor Arthur Miller. O primeiro acabou após uma briga durante as filmagens de O Pecado Mora ao Lado, mas até hoje acredita-se que ele foi o grande amor de sua vida. Com Arthur Miller ficou conhecido o intelecto de Marilyn – que possuía um QI altíssimo e adorava livros. Miller disse em uma entrevista que Monroe nunca terminava um livro pois, quando começava já sabia tudo que aconteceria.

Marilyn também acabou se envolvendo com os irmãos Kennedy. Seu infame caso com o Presidente John F. Kennedy ficou ainda mais conhecido por sua performance de “Happy Birthday “, que virou uma das performances mais famosas que a atriz já fez. Sua paixão pelo presidente virou um complicado triângulo quando ela também se envolveu com Robert Kennedy, irmão de John.

O paixão de Marilyn por John é uma das teorias de conspiração para a morte da atriz. Em 5 de agosto de 1962, o corpo nu de Marilyn foi encontrado no chão de sua casa, em sua mão direita estava o telefone. A morte foi declara como “suicídio“ por ingestão de álcool e drogas, mas até hoje existem teorias de que sua morte foi causada pelo FBI, pela máfia ou por ordem do próprio presidente.

Hugh Hefner comprou a cripta ao lado da de Marilyn para ser enterrado e Joe DiMaggio cumpriu uma antiga promessa feita para Monroe durante seu tempo juntos. Ela pediu para, se ela morresse antes dele, que ele levasse flores para seu túmulo toda semana, como William Powell fez para Jean Harlow, e Joe cumpriu sua promessa mesmo após o divorcio, levando flores para o tumulo de Marilyn por anos e anos.

 

por: Rodrigo Maya
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19.08.2013 // cinema&tv
POR Nath Ribeiro

Orphan Black

Imagine uma série épica, daquelas em que você começa a assistir e fala “vou ver só 10 minutinhos” e depois de dois dias você percebe que assistiu a todos os episódios e que não sai de casa e não vê sua família há muito tempo! Pois é, ‘Orphan Black’, que estreou em Março desse ano, é exatamente assim.

É difícil resumir o enredo de maneira justa, qualquer descrição não vai chegar aos pés da complexidade da história. Mas ‘Orphan Black’ é basicamente a história de uma mulher que descobre que tem pessoas muito parecidas com ela ao seu redor; clones, para ser mais específica, e que o que pode estar por trás disso pode ser muito perigoso.

Oficialmente, define-se como “ficção científica”, mas é uma premissa que é exposta de um jeito muito realista, colocando em debate para o público as questões morais da clonagem humana, e no final das contas os conflitos de identidade que todos nós temos mesmo em situação cotidianas e sem coisas absurdas acontecendo ao nosso redor.

Orphan Black

A protagonista é Sarah Manning, interpretada pela atriz canadense Tatiana Maslany. Tatiana não só é Sarah como também é todos os seus clones, e sua habilidade de atuar como cada uma das personagens de maneira tão única e perfeita deveria ser estudada por cientistas. Em momento algum você pensa “é a mesma pessoa”, ela consegue interpretar cada personagem separadamente com um dom incrível, desde as expressões faciais, linguagem corporal, até os sotaques diferentes e os maneirismos. Quer fazer um teste? Jogue o nome da atriz no Google e a grande maioria dos artigos será sobre o quão absurdo é o fato de ela não ter sido nomeada para um Emmy esse ano.

Orphan BlackOrphan Black

*gifs: alphalewolf.tumblr.com

Esse é Paul Dierden, interpretado por Dylan Bruce. É, eu sei gente. Uma das dinâmicas mais interessantes do seriado é a dele com Sarah Manning, mas eu não vou dar spoilers!

Orphan Black - Sarah Paul

A primeira temporada de ‘Orphan Black’ tem só 10 episódios, então não tem desculpa, tratem de assistir! Ela ainda não passa no Brasil mas é uma questão de tempo, e a internet está aí para ser sua amiga e te ajudar nessa horas. É muito viciante e vale a pena. Infelizmente, a segunda temporada começa só ano que vem.

Fotos: Divulgação

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  • por: Nath Ribeiro
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    16.07.2013 // atualidades / cinema&tv
    POR Maripê

    The Hunger Games: Catching Fire - Quarter Quell promo

    Hoje foram divulgados novos posters de The Hunger Games: Catching Fire!

    Jeniffer Lawrence e Josh Hutcherson são os escolhidos do District 12 para o Quarter Quell, uma edição especial Hunger Games com veteranos que sobreviveram à edições passadas, que acontece a cada 5 anos. Ao lado deles, alguns novos personagens foram apresentados. Confira!

    District 1: Katniss & Peeta

    Jennifer Lawrence (The Hunger Games: Catching Fire - Quarter Quell promo)

    Josh Hutcherson (The Hunger Games: Catching Fire - Quarter Quell promo)

    District 2: Cashmere & Gloss

    The Hunger Games: Catching Fire - District1 - CashmereThe Hunger Games: Catching Fire - District1 - Gloss

    District 3: Enobaria & Brutus

    The Hunger Games: Catching Fire - District1 - CashmereThe Hunger Games: Catching Fire - District2 - Brutus

    District 3: Wiress & Beetee

    The Hunger Games: Catching Fire - District1 - CashmereThe Hunger Games: Catching Fire - District3 - Gloss

    District 4: Mags & Finnick

    The Hunger Games: Catching Fire - District1 - CashmereThe Hunger Games: Catching Fire - District4 - Gloss

    Imagens: Divulgação.

    por: Maripê
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