20.09.2016 // comportamento
POR Maripê

Olar pessoas, tudo bem? Eu tô aqui de novo pensando na vida. Pra variar. Agora entrou inferno astral e a depressão da velhice is coming vai aparecer por aqui de tempos em tempos.

Outro dia eu resolvi fazer um experimento no Facebook. Publiquei uma foto de um café com um call to action bem simples: me convide para um café. Sabe quantas pessoas deram likes na foto? Onze. E quantas comentaram ou me convidaram para um café? Zero.

 

 

Taí. A gente tá vivendo preso na social media, que teorias falam que de social não tem nada. A gente não se vê mais. A gente não olha mais no olho. As vezes eu fico bem triste com isso, porque também me sinto uma escrava dessa mídia toda hora. As vezes sou eu que não convido as pessoas para um café.

E não é que o contrário não exista também. Recebemos algumas mensagens fofas, até fofas demais de certas pessoas. E na hora de jogar a real, do olho no olho, de marcar uma data e um lugar, elas somem e não tem coragem de assumir o que já declararam na timeline.

Tinder e dating apps já dizem como é o flertar dos tempos atuais: curte minha foto lindona e posada, te curto de volta, dá um match e… vai que rola. Estes apps são o famoso “vamos marcar, amigue!” que fica sempre no vamos marcar, e nunca marca.

Chega de brincar de social media. Vamos brincar de real life.

Me perdoa amigue se um dia eu dei um cano por preguiça, não me deixa ficar em casa – tenho um sério problema aqui. Me perdoa crush se fiquei tempo demais jogando na timeline, e não dei a real. Bora viver, gente.

<3

 

humandrug

 

[ Escrevi ouvindo: Mads Langer ]

por: Maripê
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15.09.2016 // comportamento / música / viagem
POR Maripê

Olar. Faz tempo que não passo aqui. Acho que Fabi não se importa se eu invadir um pouquinho né? Para quem não sabe, sempre estou aqui, mas geralmente no backstage, coordenando toda a parte geek do blog. Eu sempre tento voltar a escrever com mais frequência, mas acabo caindo numa rotina surtada de trabalho, ou num abismo profundo de negativismo, pensando ah, não tenho nada interessante pra falar mesmo. E o tempo passa.

Mas vamos lá tirar a poeira dos dedos, e desfazer essa teia de bad vibes da mente. Faz bem pensar em tópicos que não sejam do trabalho, de jobs para entregar ou campanhas para planejar. Aqui eu consigo pensar só em mim, no meu casulo, sem pressão de quando vou publicar algo.

Sabe, de tempos em tempos tenho uns surtos nostálgicos e me pego lembrando dos momentos bacanas que rolaram na minha vida. Das viagens maravilhosas que já fiz. De todo um rolê que a música me proporcionou.

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Lembro quando minha prima me chamou para assistir ao show da banda do namorado dela, e lá conheci uma outra galera que está presente na minha vida até hoje. Isso faz uns bons 13, 14 anos. De amiga a praticamente fotógrafa oficial, acompanhei a Condessa Safira em vários shows, em diferentes cidades, por uma temporada bem longa. Ah, que bons tempos foram estes!

Lembro do rolê Zonapunk, quando trabalhei como colunista voluntária no site. Ia em shows do cenário independente de São Paulo, fotografava e resenhava tudo. Muitas festas, fotos tremidas, flickr bombando. Foi nessa época que conheci o Monno, uma ótima banda mineira atualmente em hiatus, e peguei alguns vôos pra BH pra matar a saudade da música e da galera querida.

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Lembro com muito carinho de quando a música me deu coragem para fazer a minha primeira viagem internacional sozinha, quando decidi do além, na cara e na coragem, assistir a alguns shows da turnê do Matchbox Twenty e Phillip Phillips nos EUA.

O destino escolhido em apenas alguns minutos foi Nova York. Sempre quis ir para lá, é um destino que já estava certo na minha cabeça há séculos. Só faltava a coragem para ir. Apenas isso. E a coragem veio através da música, da vontade de realizar sonhos que outros julgam irreais, da vontade de me sentir livre, de fazer o que eu quisesse fazer. Viajar sozinha foi uma das melhores coisas da minha vida.

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Lembro de quando John Mayer finalmente anunciou que faria sua primeira turnê latino-americana da história, e eu não pensei em outra coisa a não ser pedir férias no trabalho e assistir a todos os shows possíveis: Buenos Aires, Rock in Rio, São Paulo. Eu podia tudo pela música, só faltava eu me jogar. Não tenho nem palavras para expressar o que essa experiência foi pra mim, só que foi incrível e extremamente gratificante.

Eu sinceramente não sei o que estou sentindo nesse momento. Sem palavras pra explicar. JUST SPEECHLESS. #MayerIsBack #LunaPark #JohnMayerBsAs Just can’t thank you enought, @mrjcmayer @johnmayer

A video posted by Mari Pereira (@marimaripe) on

Lembro de bater um papo com Zane Carney sobre o Brasil, e de conhecer a música incrível de Tom Crouch num show mega intimista num pub em Londres. Foi tão bacana poder conversar, de pertinho, sem vergonha ou histeria, com alguém que admiro tanto. Foi bem surreal.

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São tantas memórias boas! E é muito gostoso lembrar de tudo isso, e perceber quanto uma música pode fazer uma memória ser tão mais especial. Para mim não tem coisa melhor do que uma trilha sonora ao vivo, na voz dos amigos e dos artistas preferidos. <3

por: Maripê
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25.08.2016 // comportamento
POR Fabi Toledo

Oi, divas e divos!
Fiquei com vontade de escrever textos sobre comportamento, com indagações pessoais e rotineiras, porque sabe como é: a vida sempre teima em nos desafiar.
Para quem ainda não me conhece, eu sou a Fabi e tenho 33 anos. Bem, é complicado ser uma mulher heterossexual com essa idade. Amigas casando, engravidando do terceiro filho e a cobrança vem: “cadê seu namorado? Você não pensa em casar? Não pensa em ter filhos? Sabia que seus óvulos possuem prazo de validade?”
Eu pensava que só a geração da minha avó – talvez a dos meus pais – fosse tão preocupada com essas questões, apesar de meus pais e minha avó nunca terem esse tipo de inquietação presente. Porém, percebo que a mulher é sempre cobrada nesse sentido, cada idade com seus padrões e parâmetros irreais de comparação.
Uma dúvida que eu sempre tive foi: quem determina o certo e o errado? Que sociedade é essa que acha que tem o direito de estipular o caminho para uma felicidade individual?
Conheço pessoas plurais, assim como sou plural. Não é justamente essa a essência de um ser humano? A vida é realmente uma receita de bolo?

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Tenho amigos e amigas casados e muito felizes, assim como alguns são casados e muito infelizes. Tenho amigos que não são casados no papel e tudo bem. Tenho amigos solteiros felizes e infelizes, ou amigos que, apesar de terem casado, não agradaram a família com a escolha de seus respectivos cônjuges. Depois que casam, vem a pergunta: “mas e os filhos?” – apesar de algumas amigas simplesmente não quererem engravidar. “Seriam elas estéreis?”
Ou seja, concluo que a sociedade sempre espera que o tal padrão seja devidamente preenchido, como uma bula intrínseca para o caminho das pedras da vida.

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Enfim, vou falar sobre mim, porque não tenho poder para falar sobre os outros nem tenho esse objetivo. Sim, eu gostaria muito de encontrar um grande amor. Alguém que queira me agregar coisas boas constantemente, que estimule meu crescimento e enxergue a minha alma, alguém que não desista de mim no primeiro sinal de dificuldade. Contudo, não estou disposta a me relacionar com qualquer um, apenas para satisfazer um desejo social de colocar uma aliança no dedo. Se for para ser assim, quero que seja especial, quero mergulhar fundo, quero o conto de fadas real. Se for para ser incompleto, ser metade, prefiro ficar solteira. Porque sim, estou solteira, mas não, não estou sozinha. Tenho o amor incondicional da família, uma cachorrinha que me ensina permanentemente a simplicidade de um carinho verdadeiro e amigos que estão ao meu lado para o que der e vier, que gostam de mim como eu sou, vibrando comigo nos meus melhores dias e me tolerando/apoiando nos meus piores momentos.
Eu sei o que é verdadeiro e é só isso que me interessa.

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Espero que esse texto te faça entender, caro(a) leitor(a), que você não está só, mesmo que esteja na companhia de alguém. Encare o que faz sua alma transbordar, o que seus instintos te motivem a fazer. Siga seus reais desejos, não o que a sociedade espera de você. Lembre-se: os outros são só os outros e, no final do dia, a única pessoa que vai conviver consigo mesmo é a imagem no espelho.
Até para ser feliz, é preciso ter coragem. Respire fundo e vida intensamente o presente. Siga seu coração e faça suas próprias escolhas. Cada um é o único responsável por construir a própria felicidade.
É como eu sempre digo: quem planta amor, colher amor, seja como for!

por: Fabi Toledo
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29.06.2015 // beleza / comportamento / moda
POR Nat Corrêa


Tendência sexy de tatuagem abaixo dos seios.

Underboob Tattoo, em tradução literal “tatuagem abaixo dos seios”, é um dos desenhos mais procurados atualmente pelas mulheres nos estúdios de tatuagem.

O conceito desse tipo de trabalho é adaptar um desenho às medidas do tórax da pessoa, de forma a emoldurar o espaço entre os seios. Além de evidenciar uma área linda do corpo, a variedade de possibilidades para esse tipo de tattoo rende resultados lindos.

A dor nesse lugar pode ser um pouco mais aguda – lembro que a sensibilidade a dor pode variar de MUITO em cada um – mas o resultado certamente vale a pena.

Separamos alguns trabalhos e com certeza um deles será amor a primeira vista. <3


Gostou da nossa seleção? Quer sugerir um estilo de tatuagem para nosso próximo post de tattoo? Deixe seu comentário. ;)

xx,
Nat

por: Nat Corrêa
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POR Maripê

You Won't Regret That Tattoo - Short Documentary Film by Angie Bird

Geralmente quem fala sobre tatuagem aqui no Máfia é a Nat, mas hoje o assunto é meu! Estava no momento do looping do Facebook, aquele que você fica descendo a barra de rolangem para sempre, dando likes em fotos e ocasionalmente clicando em alguns links externos. É aquela conversa de sempre: você encontra notícias sobre música, alguém com uma foto bacana, fofocas de celebridades, e por aí vai.

Mas, de vez em quando, surge algum tema específico que nos chama muito a atenção, e este foi o caso do vídeo tema deste post: ‘You Won’t Regret That Tattoo’ é um curta-documentário que explora os significados e as memórias por trás das tatuagens de uma geração mais velha, e desafia a crença de que a tinta trará arrependimento no futuro.

O filme traz depoimentos de pessoas super diferentes que tem a tinta no corpo em comum. Achei incrível ver como cada tatuagem tem o seu significado, que por diversas vezes foram feitas em momentos particulares e importantíssimos para a história de vida de cada um.

Tatuagens como a de Berenice Williams, com desenhos de doces e cupcakes que representam sua filha, pois ela sempre a chamou de Sweet. Ou de Monica Branson, que comenta que seu primeiro desenho foi uma homenagem ao seu marido falecido – embora ela ache que ele não aprovaria, mas ele não estava mais aqui, então ela fez de qualquer maneira.

You Won't Regret That Tattoo - Berenice Williams

You Won't Regret That Tattoo - Monica Branson

Histórias como a de Rick Gadde, que celebrava momentos da sua vida com desenhos no corpo, como quando finalmente colocou o pedófilo que abusou a ele e seu irmão, quando criança, na cadeia. Histórias como a de Bruce Stewart, que tatuou uma pata de um urso no braço, referência ao seu nome de tribo, Gentle Bear, após ganhar o apelido do chefe do Native Center após um período de cura espiritual depois de uma grande perda. Histórias das mais simples às mais complexas, recheadas de significados.

You Won't Regret That Tattoo - Rick Gadde

You Won't Regret That Tattoo - Bruce Stewart

Tudo isso me fez pensar que tatuagens são cicatrizes que a gente escolhe ter. Que por algum motivo, a gente quer se apegar àquele sentimento, àquela hora, àquela sensação, daquele específico momento. O seu eu futuro pode sim se arrepender de um monte de tatuagens AND de outras coisas que você fez na vida, mas esse seu eu vai para sempre lembrar que aquela é a sua história, cheia de ups and downs.

por: Maripê
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27.05.2015 // beleza / comportamento
POR Nat Corrêa

Tatuagens Místicas

Sempre fui fã de simbolismos e ícones que inspirassem um certo misticismo. Tenho visto esse tema ficar cada vez mais popular, e adoro!

Além de carregados de significados estes ícones se adaptam bem a tatuagens grandes ou pequenas. São ótimos para composições o inserção em outros desenhos maiores.

Essa é uma seleção e ícones de tarot, zodíaco, astrologia, e muitos outros. Pode se inspirar! ;)

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas - Máfia das Divas por Nat Corrêa

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas


Gostou e quer ver mais por aqui? Deixe seu comentário e a próxima seleção pode ser a sua!
xx,N.

por: Nat Corrêa
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23.05.2015 // cinema&tv / comportamento / seriados
POR Maripê

Há uns bons anos eu não tenho mais TV no quarto, por problemas do tipo, meu pai toma conta da TV da sala (e eu quero a minha privacidade para ver meus programas), minha TV pifou mesmo e preguiça eterna de comprar uma nova pra ter um ponto hd no quarto – afinal, agora só pode ter NET com sinal HD.
 
Problemas a parte, meu entretenimento principal acabou virando este device que utilizo para escrever estas palavras: meu macbook <3 Só conectar na internet que a gente ganha o mundo. E se depois de vasculhar o facebook, ler posts e videos em blogs e vlogs preferidos, tem hora que cansa. A gente quer é assistir uma TVzinha.
 

All day on the Internet @ We Heart It

 
Viciei em séries, e confesso que sou fã de torrents e legendas. Aliás, um obrigada àqueles lindos que legendam as séries que eu tanto quero ver e nunca chegam na minha TV inexistente. A gente baixa seriado mesmo e se reclamar, baixa filme também. Mas, confesso que de uns tempos para cá até isso deu preguiça: download. Queria apenas ligar a tv/computer e assistir alguma coisa. Aí entra ele, o queridinho, o Netflix.
 
Sim, virei fãzona desta coisa maravilhosa, essa infinita caixa de surpresa com filmes e seriados sem fim, alí, a um clique do mouse. Achei incrível quando todomundo estava falando de Breaking Bad e eu nunca tinha assistido. Foi só dar uma vasculhada no sitezinho mágico e vi lá: váaarias temporadas já legendadas e tudo esperando só o play. Assisti tudo e ainda acompanhei o fervor da última temporada com a galere – mas aí voltando pro download + legenda.
 

Watch Series All Day @ We Heart It

 
Aí acabou Breaking Bad e eu queria ver algo diferente. Veio The Fall, com a Scully e o Christian Grey lindão. Que série! Incrível! E aí acabou The Fall e eu fiquei sem seriados de novo. O que assistir? Scandal? Unbreakable Kimmy Schimdt? The Bridge? Todas?
 
Comecei a reparar que o Netflix me deixava em uma bolha incrível. Tão mais fácil não precisar ligar a TV, escolher o download no computer, procurar a legenda, baixar, juntar tudo, bla bla bla. E aí que tá o trunfo: a gente se acostuma tão fácil a escolher a próxima série ou filme que até esquece da existência de outras possibilidades na TV da sala, de assistir a um documentário no discovery home & health ou um lançamento na HBO. Esquece até de ver Game of Thrones! (culpada, não assisto desde o ep 3 da temporada atual). Esquece até mesmo, da vida lá fora – melodramatiquei.
 

Netflix Al Night

 
O vício de agora? The Good Wife, e vendo de 2 a 3 eps por noite! E estou adorando. Não me julguem por estar mega atrasada em outra série fantástica. E por as vezes preferir ficar em casa fazendo maratona do que ir pro shopping passear fazendo nada também.
 
P.S. >> voltando pro blog agora, depois de um tempinho away por any reasons. Tks Fabi por me receber novamente <3

por: Maripê
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14.01.2015 // atualidades / comportamento
POR Nat Corrêa

Está brigado com alguém? Quer se vingar daquela pessoa que te sacaneou?

Temos a resposta perfeita! O shipyourenemiesglitter.com se vinga por você. Por apenas U$9.99, o site promete enviar um envelope recheado de glitter para seu inimigo. A vítima receberá um bilhete misturado ao glitter explicando o motivo pelo qual está recebendo a carta. Assim, a pessoa terá de rasgar e procurar para espalhar o máximo possível. Uma carta que promete frustração infinita.

Afinal de contas, quem nunca sofreu ao usar glitter na terça-feira e encontrar na roupa, no rosto, na comida na terça da semana seguinte?

Não importa onde e quando você usou, ele ficará na sua vida por semanas após a abertura dessa carta.

É uma ótima alternativa para o chefe mala, o carinha que te fez chorar ou até a vizinha fofoqueira.

No momento, os pedidos estão suspensos pela grande demanda  – o site chegou ficar fora do ar devido à grande quantidade de acessos – mas ao que tudo indica, logo mais você poderá se vingar com todo glamour.

Glitter, neles!

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  • por: Nat Corrêa
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    30.10.2014 // comportamento / sentidos
    POR Nat Corrêa

    O tempo passa e a loucura do dia a dia e as obrigações da vida adulta acabam por atormentar a cabeça de qualquer um. Volta e meia você toma “pílulas amargas” sem perceber e essas pílulas acabam tornando você uma pessoa amarga.

    Não é saber ser feliz o tempo todo, é saber filtrar o que você recebe do mundo. Ser mais livre para se amar e não se perder de você.

    1. Abra sua mente para o novo

    Uma vez ao dia eu provo algo novo. Um livro de um gênero diferente, aquela fruta esquisita que você comeria, uma música diferente do rádio ou aquele perfume que comprou e jurou que ia usar mais. Mude as combinações de roupas e prenda o cabelo de uma maneira diferente. Tudo isso renova, traz energias diferentes e agrega coisas boas.

    1. Limpe o que você consome

    Uma faxina pessoal é extremamente necessária. Qualquer pessoa que te faça sentir, dizer ou viver algo que te faça mal: corte. Parece algo extremo, eu sei, mas coisas que te levem a nutrir um sentimento negativo ficam com você, pesam no seu dia. Você acaba gastando tempo que seria aproveitado de maneira melhor se gastado da maneira correta. Isso vale para deixar de seguir o feed daquela pessoa que te faz sentir mal com você mesmo ou fugir daquela pessoa que gosta de trazer as mazelas dos outros como vitória pessoal. Tudo isso passa a ser um baldinho de areia dos outros que você passa a carregar por aí. Será que vale a pena?

    1. Invista em você

    A vida é sua, só você pode escolher se quer passar por algo ou não. Às vezes, fazer as coisas por consideração não passa de tempo perdido. Mude o corte de cabelo, conheça lugares novos, de Bali ao novo restaurante da esquina. Pense em o que você pode fazer para se tornar a melhor de versão de você! Inspirar-se nos outros é válido mas lembre que no final das contas a única opinião que realmente importa é a sua.

    1. Trace pequenas metas

    Muita gente tem mania de traçar metas inalcançáveis de ano novo. Metas irreais servem apenas para gerar frustração. Pense de maneira realista e sem mentir para si próprio. Uma pequena meta como “terminar de lavar as roupas antes de quinta-feira” pode fazer milagres numa rotina corrida.

    foto:Nathália Corrêa

    1. Alimente o corpo

    Muito se fala de ser saudável e comer bem, exercícios e blábláblá. A real é que ninguém tem saco de comer salada todo dia. Não se prive de comer o que gosta por dietas malucas. Tente ser saudável e fazer trocas espertas sempre que possível. O arroz branco vira arroz integral e um lanche enorme pode ter mussarela light, no prato em vez do pão. Faça marmitas para as horas de fome com castanhas, frutas, iogurte. Faça uma programação.

     O que importa é não deixar de ver a comida como algo prazeroso. Quer coisa melhor do que comer algo que se gosta muito?

    1. Alimente a alma

    É fundamental se sentir em paz consigo mesmo para que as coisas ao seu redor fluam.

    Meditar cinco minutos por dia pode ser incrível se você tiver o tempo e a concentração.  Se esse não for o seu caso, separe alguns minutos do seu dia para o nada. Parar e olhar ao redor enquanto dirige para o trabalho ou aqueles minutos depois do almoço. Leia mais: livros, revistas, jornais, rótulo de xampu, vale tudo para saber de tudo.

    E o principal: Lembre-se de que sempre que você fechar os olhos o que resta é você e você. Não há motivo para não tentar ser o melhor e ser feliz.

    Xx,

    Nat

    Fotos: Tumblr/Nathália Corrêa

    por: Nat Corrêa
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    25.10.2013 // comportamento
    POR Renata Torres

    Eu ia começar esse texto com a frase “Eu nunca tive um quarto só meu”, mas isso não é totalmente verdade; meu irmão é dois anos mais novo do que eu, portanto, eu tive um quarto só meu por dois anos. Em teoria, o quarto já não era só meu, porque meus pais tinham planos de terem mais um filho, então eu iria dividir um quarto, de qualquer maneira, em algum momento da vida.

    Não acho isso ruim – muito pelo contrário, é muito legal dividir quarto! Eu sei que existe toda aquela coisa de individualidade e divisão de lados no quarto, mas, na minha opinião, é a união das coisas que deixa tudo mais legal. Poucas coisas são mais divertidas do que combinar com o irmão de ficarem acordados até “mais tarde” e os dois dormirem às 22h achando que já são gente grande (os filhos únicos que me perdoem, mas tenho certeza que vocês já fizeram algo parecido com amigos-irmãos).

    Continuando: tive o meu próprio quarto por dois anos. Depois disso, dividi o quarto com o meu irmão. Nove anos depois, nós dois dividimos o quarto com a minha irmã. Alguns anos depois, dividi o quarto só com a minha irmã. E depois, com a minha irmã e com a minha mãe. Hoje em dia, divido o quarto com a minha vó (mas, na real, o quarto é mais dela do que meu); e também divido o quarto com quem mais quiser dividir o quarto comigo, porque, poxa, acho que sou uma companhia agradável e não ocupo tanto espaço assim.

    Hoje, especificamente, eu tenho um quarto que é só meu. Ele começou às 4h10 de hoje, e vai terminar daqui um ano no mesmo horário. E acho que esse um quarto, por mais subjetivo que seja, é mais significativo para mim do que qualquer quarto literal que eu possa ter no futuro. Esse meu um quarto subjetivo é importante exatamente por ser único, e ser só meu durante um ano inteiro. Outras pessoas podem tê-lo, mas eu tenho certeza que todos são diferentes uns dos outros.

    É engraçado ter esse um quarto porque eu não sou de fazer planos a longo prazo, só vou indo conforme as coisas acontecem e conforme minhas vontades. E eu não consigo explicar de uma maneira que não seja dramática, mas pra mim é muito estranho estar aqui, nesse ponto da minha vida. Também não imaginei que fosse passar tão rápido – acho que essa é a parte mais incômoda. Eu sei que ainda tem outros quartos pela frente, mas não vou ficar pensando neles; vou focar só no que eu tenho agora.

    Minha vida, do jeito que ela está agora, é boa. Sei que precisa de alguns, talvez vários, ajustes; mas isso vem com o tempo, e talvez depois do meu um quarto. O importante é que hoje, nesse um quarto, eu consigo dizer que tenho momentos de felicidade plena (e digo momentos porque acho difícil, e muito complicado, implicar que humanos são totalmente felizes o tempo inteiro).

    Também consigo dizer que, por mais que eu não seja a melhor pessoa do mundo, sou uma pessoa gostável. Consigo ver que eu cresci, e consigo ver o quanto cresci, e acho isso super importante. Eu ainda confio demais nas pessoas, quando sei que não devia, mas não tenho certeza se algum dia isso vai mudar. Acho que é importante ter as prioridades no lugar, também; e, no momento, é assim que as minhas estão.

    Não sei quantos anos você que está lendo tem, se já passou ou não pelo seu um quarto. Eu acabei de chegar no meu; 25 anos, um quarto de século. É surpreendente. Feliz aniversário pra mim!

    por: Renata Torres
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