15.11.2017 // comportamento
POR Lígia Vasconcelos

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People!! Olha eu aqui de novo, para falar mais uma saga dessa minha vida.

EU NUNCA TERMINO UMA CARTELA DE REMÉDIO!!

PRONTO DESABAFEI

Basicamente é isso que tenho a dizer, fico inconformada como eu não consigo obedecer a simples sequência de colocar o celular para despertar, pegar o remédio na hora correta, um copo de água e voilá!! Tomar o bendito!!

Ocorrem comigo, três situações:

Primeira situação: Eu pego a receita e nem compro remédio;

Segunda situação: Eu compro o remédio, coloco o cel para despertar na hora certa e quando o celular toca eu simplesmente desligo o despertador e esqueço de pegar o remédio;

Terceira Situação: Eu, finalmente me sinto engajada em tomar os remédios, tomo por três dias ou quatro e deixo de tomar o resto da cartela praticamente intacta.

Minto, desta vez eu me superei e criei uma quarta situação. Recentemente fui diagnosticada com uma gastrite (basiquinha mas é uma gastrite). Assim que peguei a receita com o médico, fui toda plena e linda gastar meus dinheirinhos na compra dos respectivos, voltei para casa eeeeeeeeeeee….. desde então eles estão fechados, mas precisamente LACRADOS, já fazem seis meses. Sim, comprei e não cheguei, nem ao menos, a abrir as benditas das caixas.

Você deve estar de perguntando ou não, também… porque esse assunto?

Esse assunto me veio na cabeça depois de ter visitado um nutrólogo que me informou, tim tim por tim, porque era importante que eu tomasse os remédios receitados pelo meu gastro, há uns 6 meses atrás.

Ele falou sobre a minha inflamação no estômago e a importância de tomar os remédio que me foram receitados, coisa que meu Gastro não tinha feito.

Na época em que estive no consultório do Gastro, a consulta procedeu de forma bem mecânica. Ele abriu os exames e em menos de 5 min, me deu uma receita “X”. A maneira com que o Gastro tratou a minha situação, fez parecer que, realmente, não era nada demais. Ou seja, na minha cabecinha eu não precisava tomar nenhuma medicação.

Assim, além de eu não ser o tipo de pessoa que sai se medicando por qualquer coisa, eu não botei fé no que me foi receitado.

De volta ao Nutrólogo, logo na minha primeira consulta ele se demonstrou muito preocupado com o fato de eu não ter tido a disciplina para tomar a medicação sugerida pelo Gastro. Como eu disse, ele foi muito paciente em me explicar o porquê me foi receitado tal medicação. Resumindo: a  atitude dele, foi totalmente diversa à do Gastro.

Pois, bem, hoje tenho um certo senso de urgência em me tratar certinho, não que eu tenha criado uma disciplina medicamental (isso existe?rsrs) de uma hora para outra, mas a atitude do meu Nutrólogo, já foi um paço para que eu entendesse que os remédios não foram me dados atoa e que eu preciso levar a sério os sinais que meu corpo me dá, afinal algo aqui dentro não está indo do jeito que deveria, (no caso minha digestão :s ).

 

E Vocês? Sofrem do mal do refluxo? Tomam medicamentos de maneira correta?

 

Bjo Bjo!

Lígia Vasconcelos

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11.11.2017 // comportamento
POR Mafia das Divas

People!! Prazer imenso estar aqui.
Nesse primeiro post vocês irão conhecer um pouquinho de mim.
Bom… tenho 26 anos e 17 anos da minha vida, estive com  a companhia da minha cachorra “Lindinha”, ou, apenas “Dinda” para os mais íntimos ^^.
Sim!! a Lindinha tem 17 anos… é uma senhorinha vira-lata muito linda, mas que infelizmente anda apresentando problemas da Idade.

mãe cachorro velho

 

Encontrei a Lindinha em 2010, quando eu morava em Barretos (interior de SP), ela estava sendo cuidada, na medida do possível, por uma moça que vendia biju durante a Festa do Peão.

Aí veio aquela lance de amor à primeira vista e como estava perto do meu aniversário, comecei a importunar a minha mamis, implorando que a Lindinha fosse o meu presente. Desde então meu bebê tem me acompanhado.

E assim percorreu comigo o ensino funposso conmental, o colegial e a faculdade. Ela me viu crescer, esteve junto nas mudanças, vestibulares e agora, no meu casamento.

Ahh, só um adendo! Minha mão adora contar que na minha infância vivia dizendo que quando crescesse eu iria dar uma vida de princesa para a Lindinha (casa, comida e roupa lavada)… melhor cama, melhor veterinário, melhor comida, roupas etc… Bom, eu estou cumprindo a promessa!!

No entanto os últimos dias têm sido difíceis, estamos precisando nos adaptar à nova rotina da Dinda. Isso porque, ela foi diagnosticada com Demência Canina, ou seja, ela está com alguns probleminhas cognitivos.
**IMPORTANTE** – Esse foi o diagnóstico da Lindinha, nem sempre cães da idade dela sofrem do mesmo problema, procure SEMPRE um veterinário!

Vamos aos sintomas :(  – Na demência canina o cãozinho poderá ter desorientação, perda de memória, confusão, distúrbios de personalidade, mudanças no padrão de sono, foco do olhar em locais estranhos como nas paredes, latidos e uivos sem sentido ou propósito algum.

Desses sintomas todos, a Lindinha apenas começou a choramingar durante o sono, acordar a noite meio perdida e a vocalizar, vocalizar muito, muito mesmo. Basicamente, a situação se resume em uma cachorra que má-lê-má latia e que de repente começou a esgoelar com uivos e latidos, chegando ao ponto do síndico do prédio tocar minha campainha a 01h:00 a.m.

Daí, nasceram 3 preocupações.
Primeiro a Lindinha é claro! como ajuda-lá?
Depois meus vizinhos, como não perturbá-los?
E, por último, eu e meu marido – como dormir?!!

Faz um mês desde o diagnóstico da Lindinha e ainda estamos tentando nos adaptar a ela, isso envolve de 3 a 4 acordadas durante a noite para tentar fazê-la parar com os uivos e latidos

Desde então, ela vem se medicando com 6 tipos de remédios.
No começamos, achamos que era dor, então o vet. indicou algumas gotinhas de Dipirona, mas logo a dor foi descartada. Graças a Deus ela não sente nada!

Sobraram, então, 5 remédios.
Dois deles são vitaminas, que são quase  impossíveis de dar por causa do exigente paladar da Dinda, sendo eles: o Aminomix Pet e o Condrix Dog 600g.

Para amenizar as disfunções cognitivas ela está tomando diariamente (e para vida toda) o Revimax 50mg.

Para acalmá-la, tentamos o calmante natural – Calmyn Dog, que infelizmente não adiantou e tivemos que apelar para o Acepran gotas.
Confesso que na primeira vez que dei para a Dinda, cai no chororo de ver minha menina dopada. Mas, enfim, pra não termos que dopá-la novamente, estamos correndo atrás de isolamento acústico, na tentativa de manter a Lindinha sem reforço de calmantes, manter minhas 8 horas sagradas de sono intacta e é claro, manter uma convivência pacífica com os vizinhos.

E assim segue a minha pequena família, eu, meu marido e minha old dog. Você tem um cãozinho que passa pelo mesmo? como está tratando os sintomas? se tiver alguma dica compartilha comigo, toda ajuda será bem-vinda!!

Bjo bjo!

Lígia Vasconcelos

*A Lindinha frequenta o VetPet na Alameda Jaú 1773 – Jardim Paulista, São Paulo – SP – (11) 2738-0413, christian@vetepetcenter.com.br.

 

por: Mafia das Divas
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20.09.2016 // comportamento
POR Maripê

Olar pessoas, tudo bem? Eu tô aqui de novo pensando na vida. Pra variar. Agora entrou inferno astral e a depressão da velhice is coming vai aparecer por aqui de tempos em tempos.

Outro dia eu resolvi fazer um experimento no Facebook. Publiquei uma foto de um café com um call to action bem simples: me convide para um café. Sabe quantas pessoas deram likes na foto? Onze. E quantas comentaram ou me convidaram para um café? Zero.

 

 

Taí. A gente tá vivendo preso na social media, que teorias falam que de social não tem nada. A gente não se vê mais. A gente não olha mais no olho. As vezes eu fico bem triste com isso, porque também me sinto uma escrava dessa mídia toda hora. As vezes sou eu que não convido as pessoas para um café.

E não é que o contrário não exista também. Recebemos algumas mensagens fofas, até fofas demais de certas pessoas. E na hora de jogar a real, do olho no olho, de marcar uma data e um lugar, elas somem e não tem coragem de assumir o que já declararam na timeline.

Tinder e dating apps já dizem como é o flertar dos tempos atuais: curte minha foto lindona e posada, te curto de volta, dá um match e… vai que rola. Estes apps são o famoso “vamos marcar, amigue!” que fica sempre no vamos marcar, e nunca marca.

Chega de brincar de social media. Vamos brincar de real life.

Me perdoa amigue se um dia eu dei um cano por preguiça, não me deixa ficar em casa – tenho um sério problema aqui. Me perdoa crush se fiquei tempo demais jogando na timeline, e não dei a real. Bora viver, gente.

<3

 

humandrug

 

[ Escrevi ouvindo: Mads Langer ]

por: Maripê
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15.09.2016 // comportamento / música / viagem
POR Maripê

Olar. Faz tempo que não passo aqui. Acho que Fabi não se importa se eu invadir um pouquinho né? Para quem não sabe, sempre estou aqui, mas geralmente no backstage, coordenando toda a parte geek do blog. Eu sempre tento voltar a escrever com mais frequência, mas acabo caindo numa rotina surtada de trabalho, ou num abismo profundo de negativismo, pensando ah, não tenho nada interessante pra falar mesmo. E o tempo passa.

Mas vamos lá tirar a poeira dos dedos, e desfazer essa teia de bad vibes da mente. Faz bem pensar em tópicos que não sejam do trabalho, de jobs para entregar ou campanhas para planejar. Aqui eu consigo pensar só em mim, no meu casulo, sem pressão de quando vou publicar algo.

Sabe, de tempos em tempos tenho uns surtos nostálgicos e me pego lembrando dos momentos bacanas que rolaram na minha vida. Das viagens maravilhosas que já fiz. De todo um rolê que a música me proporcionou.

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Lembro quando minha prima me chamou para assistir ao show da banda do namorado dela, e lá conheci uma outra galera que está presente na minha vida até hoje. Isso faz uns bons 13, 14 anos. De amiga a praticamente fotógrafa oficial, acompanhei a Condessa Safira em vários shows, em diferentes cidades, por uma temporada bem longa. Ah, que bons tempos foram estes!

Lembro do rolê Zonapunk, quando trabalhei como colunista voluntária no site. Ia em shows do cenário independente de São Paulo, fotografava e resenhava tudo. Muitas festas, fotos tremidas, flickr bombando. Foi nessa época que conheci o Monno, uma ótima banda mineira atualmente em hiatus, e peguei alguns vôos pra BH pra matar a saudade da música e da galera querida.

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Lembro com muito carinho de quando a música me deu coragem para fazer a minha primeira viagem internacional sozinha, quando decidi do além, na cara e na coragem, assistir a alguns shows da turnê do Matchbox Twenty e Phillip Phillips nos EUA.

O destino escolhido em apenas alguns minutos foi Nova York. Sempre quis ir para lá, é um destino que já estava certo na minha cabeça há séculos. Só faltava a coragem para ir. Apenas isso. E a coragem veio através da música, da vontade de realizar sonhos que outros julgam irreais, da vontade de me sentir livre, de fazer o que eu quisesse fazer. Viajar sozinha foi uma das melhores coisas da minha vida.

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Lembro de quando John Mayer finalmente anunciou que faria sua primeira turnê latino-americana da história, e eu não pensei em outra coisa a não ser pedir férias no trabalho e assistir a todos os shows possíveis: Buenos Aires, Rock in Rio, São Paulo. Eu podia tudo pela música, só faltava eu me jogar. Não tenho nem palavras para expressar o que essa experiência foi pra mim, só que foi incrível e extremamente gratificante.

Eu sinceramente não sei o que estou sentindo nesse momento. Sem palavras pra explicar. JUST SPEECHLESS. #MayerIsBack #LunaPark #JohnMayerBsAs Just can’t thank you enought, @mrjcmayer @johnmayer

A video posted by Mari Pereira (@marimaripe) on

Lembro de bater um papo com Zane Carney sobre o Brasil, e de conhecer a música incrível de Tom Crouch num show mega intimista num pub em Londres. Foi tão bacana poder conversar, de pertinho, sem vergonha ou histeria, com alguém que admiro tanto. Foi bem surreal.

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São tantas memórias boas! E é muito gostoso lembrar de tudo isso, e perceber quanto uma música pode fazer uma memória ser tão mais especial. Para mim não tem coisa melhor do que uma trilha sonora ao vivo, na voz dos amigos e dos artistas preferidos. <3

por: Maripê
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25.08.2016 // comportamento
POR Fabi Toledo

Oi, divas e divos!
Fiquei com vontade de escrever textos sobre comportamento, com indagações pessoais e rotineiras, porque sabe como é: a vida sempre teima em nos desafiar.
Para quem ainda não me conhece, eu sou a Fabi e tenho 33 anos. Bem, é complicado ser uma mulher heterossexual com essa idade. Amigas casando, engravidando do terceiro filho e a cobrança vem: “cadê seu namorado? Você não pensa em casar? Não pensa em ter filhos? Sabia que seus óvulos possuem prazo de validade?”
Eu pensava que só a geração da minha avó – talvez a dos meus pais – fosse tão preocupada com essas questões, apesar de meus pais e minha avó nunca terem esse tipo de inquietação presente. Porém, percebo que a mulher é sempre cobrada nesse sentido, cada idade com seus padrões e parâmetros irreais de comparação.
Uma dúvida que eu sempre tive foi: quem determina o certo e o errado? Que sociedade é essa que acha que tem o direito de estipular o caminho para uma felicidade individual?
Conheço pessoas plurais, assim como sou plural. Não é justamente essa a essência de um ser humano? A vida é realmente uma receita de bolo?

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Tenho amigos e amigas casados e muito felizes, assim como alguns são casados e muito infelizes. Tenho amigos que não são casados no papel e tudo bem. Tenho amigos solteiros felizes e infelizes, ou amigos que, apesar de terem casado, não agradaram a família com a escolha de seus respectivos cônjuges. Depois que casam, vem a pergunta: “mas e os filhos?” – apesar de algumas amigas simplesmente não quererem engravidar. “Seriam elas estéreis?”
Ou seja, concluo que a sociedade sempre espera que o tal padrão seja devidamente preenchido, como uma bula intrínseca para o caminho das pedras da vida.

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Enfim, vou falar sobre mim, porque não tenho poder para falar sobre os outros nem tenho esse objetivo. Sim, eu gostaria muito de encontrar um grande amor. Alguém que queira me agregar coisas boas constantemente, que estimule meu crescimento e enxergue a minha alma, alguém que não desista de mim no primeiro sinal de dificuldade. Contudo, não estou disposta a me relacionar com qualquer um, apenas para satisfazer um desejo social de colocar uma aliança no dedo. Se for para ser assim, quero que seja especial, quero mergulhar fundo, quero o conto de fadas real. Se for para ser incompleto, ser metade, prefiro ficar solteira. Porque sim, estou solteira, mas não, não estou sozinha. Tenho o amor incondicional da família, uma cachorrinha que me ensina permanentemente a simplicidade de um carinho verdadeiro e amigos que estão ao meu lado para o que der e vier, que gostam de mim como eu sou, vibrando comigo nos meus melhores dias e me tolerando/apoiando nos meus piores momentos.
Eu sei o que é verdadeiro e é só isso que me interessa.

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Espero que esse texto te faça entender, caro(a) leitor(a), que você não está só, mesmo que esteja na companhia de alguém. Encare o que faz sua alma transbordar, o que seus instintos te motivem a fazer. Siga seus reais desejos, não o que a sociedade espera de você. Lembre-se: os outros são só os outros e, no final do dia, a única pessoa que vai conviver consigo mesmo é a imagem no espelho.
Até para ser feliz, é preciso ter coragem. Respire fundo e vida intensamente o presente. Siga seu coração e faça suas próprias escolhas. Cada um é o único responsável por construir a própria felicidade.
É como eu sempre digo: quem planta amor, colher amor, seja como for!

por: Fabi Toledo
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29.06.2015 // beleza / comportamento / moda
POR Nat Corrêa


Tendência sexy de tatuagem abaixo dos seios.

Underboob Tattoo, em tradução literal “tatuagem abaixo dos seios”, é um dos desenhos mais procurados atualmente pelas mulheres nos estúdios de tatuagem.

O conceito desse tipo de trabalho é adaptar um desenho às medidas do tórax da pessoa, de forma a emoldurar o espaço entre os seios. Além de evidenciar uma área linda do corpo, a variedade de possibilidades para esse tipo de tattoo rende resultados lindos.

A dor nesse lugar pode ser um pouco mais aguda – lembro que a sensibilidade a dor pode variar de MUITO em cada um – mas o resultado certamente vale a pena.

Separamos alguns trabalhos e com certeza um deles será amor a primeira vista. <3


Gostou da nossa seleção? Quer sugerir um estilo de tatuagem para nosso próximo post de tattoo? Deixe seu comentário. ;)

xx,
Nat

por: Nat Corrêa
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POR Maripê

You Won't Regret That Tattoo - Short Documentary Film by Angie Bird

Geralmente quem fala sobre tatuagem aqui no Máfia é a Nat, mas hoje o assunto é meu! Estava no momento do looping do Facebook, aquele que você fica descendo a barra de rolangem para sempre, dando likes em fotos e ocasionalmente clicando em alguns links externos. É aquela conversa de sempre: você encontra notícias sobre música, alguém com uma foto bacana, fofocas de celebridades, e por aí vai.

Mas, de vez em quando, surge algum tema específico que nos chama muito a atenção, e este foi o caso do vídeo tema deste post: ‘You Won’t Regret That Tattoo’ é um curta-documentário que explora os significados e as memórias por trás das tatuagens de uma geração mais velha, e desafia a crença de que a tinta trará arrependimento no futuro.

O filme traz depoimentos de pessoas super diferentes que tem a tinta no corpo em comum. Achei incrível ver como cada tatuagem tem o seu significado, que por diversas vezes foram feitas em momentos particulares e importantíssimos para a história de vida de cada um.

Tatuagens como a de Berenice Williams, com desenhos de doces e cupcakes que representam sua filha, pois ela sempre a chamou de Sweet. Ou de Monica Branson, que comenta que seu primeiro desenho foi uma homenagem ao seu marido falecido – embora ela ache que ele não aprovaria, mas ele não estava mais aqui, então ela fez de qualquer maneira.

You Won't Regret That Tattoo - Berenice Williams

You Won't Regret That Tattoo - Monica Branson

Histórias como a de Rick Gadde, que celebrava momentos da sua vida com desenhos no corpo, como quando finalmente colocou o pedófilo que abusou a ele e seu irmão, quando criança, na cadeia. Histórias como a de Bruce Stewart, que tatuou uma pata de um urso no braço, referência ao seu nome de tribo, Gentle Bear, após ganhar o apelido do chefe do Native Center após um período de cura espiritual depois de uma grande perda. Histórias das mais simples às mais complexas, recheadas de significados.

You Won't Regret That Tattoo - Rick Gadde

You Won't Regret That Tattoo - Bruce Stewart

Tudo isso me fez pensar que tatuagens são cicatrizes que a gente escolhe ter. Que por algum motivo, a gente quer se apegar àquele sentimento, àquela hora, àquela sensação, daquele específico momento. O seu eu futuro pode sim se arrepender de um monte de tatuagens AND de outras coisas que você fez na vida, mas esse seu eu vai para sempre lembrar que aquela é a sua história, cheia de ups and downs.

por: Maripê
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27.05.2015 // beleza / comportamento
POR Nat Corrêa

Tatuagens Místicas

Sempre fui fã de simbolismos e ícones que inspirassem um certo misticismo. Tenho visto esse tema ficar cada vez mais popular, e adoro!

Além de carregados de significados estes ícones se adaptam bem a tatuagens grandes ou pequenas. São ótimos para composições o inserção em outros desenhos maiores.

Essa é uma seleção e ícones de tarot, zodíaco, astrologia, e muitos outros. Pode se inspirar! ;)

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas - Máfia das Divas por Nat Corrêa

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas

Tatuagens Místicas


Gostou e quer ver mais por aqui? Deixe seu comentário e a próxima seleção pode ser a sua!
xx,N.

por: Nat Corrêa
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23.05.2015 // cinema&tv / comportamento / seriados
POR Maripê

Há uns bons anos eu não tenho mais TV no quarto, por problemas do tipo, meu pai toma conta da TV da sala (e eu quero a minha privacidade para ver meus programas), minha TV pifou mesmo e preguiça eterna de comprar uma nova pra ter um ponto hd no quarto – afinal, agora só pode ter NET com sinal HD.
 
Problemas a parte, meu entretenimento principal acabou virando este device que utilizo para escrever estas palavras: meu macbook <3 Só conectar na internet que a gente ganha o mundo. E se depois de vasculhar o facebook, ler posts e videos em blogs e vlogs preferidos, tem hora que cansa. A gente quer é assistir uma TVzinha.
 

All day on the Internet @ We Heart It

 
Viciei em séries, e confesso que sou fã de torrents e legendas. Aliás, um obrigada àqueles lindos que legendam as séries que eu tanto quero ver e nunca chegam na minha TV inexistente. A gente baixa seriado mesmo e se reclamar, baixa filme também. Mas, confesso que de uns tempos para cá até isso deu preguiça: download. Queria apenas ligar a tv/computer e assistir alguma coisa. Aí entra ele, o queridinho, o Netflix.
 
Sim, virei fãzona desta coisa maravilhosa, essa infinita caixa de surpresa com filmes e seriados sem fim, alí, a um clique do mouse. Achei incrível quando todomundo estava falando de Breaking Bad e eu nunca tinha assistido. Foi só dar uma vasculhada no sitezinho mágico e vi lá: váaarias temporadas já legendadas e tudo esperando só o play. Assisti tudo e ainda acompanhei o fervor da última temporada com a galere – mas aí voltando pro download + legenda.
 

Watch Series All Day @ We Heart It

 
Aí acabou Breaking Bad e eu queria ver algo diferente. Veio The Fall, com a Scully e o Christian Grey lindão. Que série! Incrível! E aí acabou The Fall e eu fiquei sem seriados de novo. O que assistir? Scandal? Unbreakable Kimmy Schimdt? The Bridge? Todas?
 
Comecei a reparar que o Netflix me deixava em uma bolha incrível. Tão mais fácil não precisar ligar a TV, escolher o download no computer, procurar a legenda, baixar, juntar tudo, bla bla bla. E aí que tá o trunfo: a gente se acostuma tão fácil a escolher a próxima série ou filme que até esquece da existência de outras possibilidades na TV da sala, de assistir a um documentário no discovery home & health ou um lançamento na HBO. Esquece até de ver Game of Thrones! (culpada, não assisto desde o ep 3 da temporada atual). Esquece até mesmo, da vida lá fora – melodramatiquei.
 

Netflix Al Night

 
O vício de agora? The Good Wife, e vendo de 2 a 3 eps por noite! E estou adorando. Não me julguem por estar mega atrasada em outra série fantástica. E por as vezes preferir ficar em casa fazendo maratona do que ir pro shopping passear fazendo nada também.
 
P.S. >> voltando pro blog agora, depois de um tempinho away por any reasons. Tks Fabi por me receber novamente <3

por: Maripê
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14.01.2015 // atualidades / comportamento
POR Nat Corrêa

Está brigado com alguém? Quer se vingar daquela pessoa que te sacaneou?

Temos a resposta perfeita! O shipyourenemiesglitter.com se vinga por você. Por apenas U$9.99, o site promete enviar um envelope recheado de glitter para seu inimigo. A vítima receberá um bilhete misturado ao glitter explicando o motivo pelo qual está recebendo a carta. Assim, a pessoa terá de rasgar e procurar para espalhar o máximo possível. Uma carta que promete frustração infinita.

Afinal de contas, quem nunca sofreu ao usar glitter na terça-feira e encontrar na roupa, no rosto, na comida na terça da semana seguinte?

Não importa onde e quando você usou, ele ficará na sua vida por semanas após a abertura dessa carta.

É uma ótima alternativa para o chefe mala, o carinha que te fez chorar ou até a vizinha fofoqueira.

No momento, os pedidos estão suspensos pela grande demanda  – o site chegou ficar fora do ar devido à grande quantidade de acessos – mas ao que tudo indica, logo mais você poderá se vingar com todo glamour.

Glitter, neles!

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  • por: Nat Corrêa
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