15.09.2016 // comportamento / música / viagem
POR Maripê

Olar. Faz tempo que não passo aqui. Acho que Fabi não se importa se eu invadir um pouquinho né? Para quem não sabe, sempre estou aqui, mas geralmente no backstage, coordenando toda a parte geek do blog. Eu sempre tento voltar a escrever com mais frequência, mas acabo caindo numa rotina surtada de trabalho, ou num abismo profundo de negativismo, pensando ah, não tenho nada interessante pra falar mesmo. E o tempo passa.

Mas vamos lá tirar a poeira dos dedos, e desfazer essa teia de bad vibes da mente. Faz bem pensar em tópicos que não sejam do trabalho, de jobs para entregar ou campanhas para planejar. Aqui eu consigo pensar só em mim, no meu casulo, sem pressão de quando vou publicar algo.

Sabe, de tempos em tempos tenho uns surtos nostálgicos e me pego lembrando dos momentos bacanas que rolaram na minha vida. Das viagens maravilhosas que já fiz. De todo um rolê que a música me proporcionou.

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Lembro quando minha prima me chamou para assistir ao show da banda do namorado dela, e lá conheci uma outra galera que está presente na minha vida até hoje. Isso faz uns bons 13, 14 anos. De amiga a praticamente fotógrafa oficial, acompanhei a Condessa Safira em vários shows, em diferentes cidades, por uma temporada bem longa. Ah, que bons tempos foram estes!

Lembro do rolê Zonapunk, quando trabalhei como colunista voluntária no site. Ia em shows do cenário independente de São Paulo, fotografava e resenhava tudo. Muitas festas, fotos tremidas, flickr bombando. Foi nessa época que conheci o Monno, uma ótima banda mineira atualmente em hiatus, e peguei alguns vôos pra BH pra matar a saudade da música e da galera querida.

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Lembro com muito carinho de quando a música me deu coragem para fazer a minha primeira viagem internacional sozinha, quando decidi do além, na cara e na coragem, assistir a alguns shows da turnê do Matchbox Twenty e Phillip Phillips nos EUA.

O destino escolhido em apenas alguns minutos foi Nova York. Sempre quis ir para lá, é um destino que já estava certo na minha cabeça há séculos. Só faltava a coragem para ir. Apenas isso. E a coragem veio através da música, da vontade de realizar sonhos que outros julgam irreais, da vontade de me sentir livre, de fazer o que eu quisesse fazer. Viajar sozinha foi uma das melhores coisas da minha vida.

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Lembro de quando John Mayer finalmente anunciou que faria sua primeira turnê latino-americana da história, e eu não pensei em outra coisa a não ser pedir férias no trabalho e assistir a todos os shows possíveis: Buenos Aires, Rock in Rio, São Paulo. Eu podia tudo pela música, só faltava eu me jogar. Não tenho nem palavras para expressar o que essa experiência foi pra mim, só que foi incrível e extremamente gratificante.

Eu sinceramente não sei o que estou sentindo nesse momento. Sem palavras pra explicar. JUST SPEECHLESS. #MayerIsBack #LunaPark #JohnMayerBsAs Just can’t thank you enought, @mrjcmayer @johnmayer

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Lembro de bater um papo com Zane Carney sobre o Brasil, e de conhecer a música incrível de Tom Crouch num show mega intimista num pub em Londres. Foi tão bacana poder conversar, de pertinho, sem vergonha ou histeria, com alguém que admiro tanto. Foi bem surreal.

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São tantas memórias boas! E é muito gostoso lembrar de tudo isso, e perceber quanto uma música pode fazer uma memória ser tão mais especial. Para mim não tem coisa melhor do que uma trilha sonora ao vivo, na voz dos amigos e dos artistas preferidos. <3

por: Maripê
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