06.09.2013 // celebridades / cinema&tv

Uma garota jovem, de origem humilde e que não sabe quem é seu pai. Sua mãe é internada em um hospital psiquiátrico e ela passa por diversos lares adotivos. Seu sonho é ser uma estrela amada por todos. A pequena Norma Jean cresceria para ser o maior ícone de todos os tempo, Marilyn Monroe.

A história da pequena Norma Jean Mortenson começa em Los Angeles, no dia 1 de junho de 1926. Filha de Gladys Pearl Baker, Norma Jean nunca soube com certeza quem era seu pai, embora tenha lembranças de sua mãe lhe mostrando a foto de Charles Stanley Gifford quando era pequena e dizendo que ele era seu pai. Financeira e psicologicamente instável, Gladys entregou sua filha para lares adotivos, onde a pequena passou por diversas famílias e enfrentou diversos abusos, inclusive sexuais.

Com 16 anos e com sua mãe ainda internada em um hospital psiquiátrico, Norma Jean casou-se com James Dougherty para evitar ser mandada de volta para o orfanato. Enquanto seu marido foi para a Marinha, Norma Jean começou a trabalhar como modelo e fez testes para os grandes estúdios. Com seu novo trabalho chegou o fim de seu casamento.

Fã de Jean Harlow, Norma fez como seu ídolo e escolheu o nome de solteira de sua mãe para seu nome artístico “Monroe“ e Ben Lyon – executivo da 20th Century Fox – escolheu o nome Marilyn. Na primeira vez que deu um autógrafo, Marilyn precisou perguntar onde ficava o “i“ em Marilyn.

Seu primeiro papel de destaque foi no filme “A Malvada“, com Bette Davis e Anne Baxter. Marilyn conseguiu uma sequência de papéis, ficando presa ao estéreotipo da loira sensual e burra.

Muita publicidade veio quando foram divulgadas fotos nuas, tiradas em seu tempo como modelo. Essas fotos foram compradas por Hugh Hefner e divulgadas na primeira edição de Revista Playboy. O fotografo tentou chantagear Marilyn com a divulgação, mas ela admitiu ter tirado as fotos “para pagar seu aluguel“.

Em 1953 sua carreira decolou com Os Homens Preferem as Loiras e Como Agarrar um Milionário. No primeiro, Marilyn imortalizou a musica “Diamonds Are a Girl’s Best Friend“. Cansada dos mesmos tipos de papel, Marilyn procurou estudar na aclamada Actor’s Studio e fez os filmes O Pecado Mora ao Lado – famoso pela famosa cena de Marilyn com seu vestido voando – Nunca Fui Santa e O Príncipe Encantado (filme cuja produção foi mostrada em 7 Dias com Marilyn, com Michelle Williams como a estrela).

Porém, foi em 1959 que seu maior filme saiu – Quanto Mais Quente Melhor. A comédia de Billy Wilder lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Atriz – Comédia e é considerada até hoje como uma das maiores comédias dos últimos tempos. No filme Marilyn interpreta a adorável Sugar e canta o clássico “I Wanna Be Loved By You“.

Depois desse filme, Marilyn ainda completou Adorável Pecadora, também famoso pela canção “My Heart Belongs to Daddy“ e Os Desajustados – que ficou mais famoso por ser o último filme de Clark Gable e também o de Marilyn, alem dos diversos problemas de produção e os famosos atrasos de Marilyn.

Marilyn acabou casando mais duas vezes, primeiro com o jogador de baseball Joe DiMaggio e depois com o escritor Arthur Miller. O primeiro acabou após uma briga durante as filmagens de O Pecado Mora ao Lado, mas até hoje acredita-se que ele foi o grande amor de sua vida. Com Arthur Miller ficou conhecido o intelecto de Marilyn – que possuía um QI altíssimo e adorava livros. Miller disse em uma entrevista que Monroe nunca terminava um livro pois, quando começava já sabia tudo que aconteceria.

Marilyn também acabou se envolvendo com os irmãos Kennedy. Seu infame caso com o Presidente John F. Kennedy ficou ainda mais conhecido por sua performance de “Happy Birthday “, que virou uma das performances mais famosas que a atriz já fez. Sua paixão pelo presidente virou um complicado triângulo quando ela também se envolveu com Robert Kennedy, irmão de John.

O paixão de Marilyn por John é uma das teorias de conspiração para a morte da atriz. Em 5 de agosto de 1962, o corpo nu de Marilyn foi encontrado no chão de sua casa, em sua mão direita estava o telefone. A morte foi declara como “suicídio“ por ingestão de álcool e drogas, mas até hoje existem teorias de que sua morte foi causada pelo FBI, pela máfia ou por ordem do próprio presidente.

Hugh Hefner comprou a cripta ao lado da de Marilyn para ser enterrado e Joe DiMaggio cumpriu uma antiga promessa feita para Monroe durante seu tempo juntos. Ela pediu para, se ela morresse antes dele, que ele levasse flores para seu túmulo toda semana, como William Powell fez para Jean Harlow, e Joe cumpriu sua promessa mesmo após o divorcio, levando flores para o tumulo de Marilyn por anos e anos.

 

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