11.10.2013 // celebridades / cinema&tv

Máfia das Divas | Dia das Crianças com Julie Andrews

A atriz britânica Julie Andrews é considerada uma das maiores e mais elegantes divas da história. Dona de uma das mais belas vozes do cinema e com uma carreira de mais de meio século nos palcos e nas telas, a atriz já ganhou os prêmios Oscar, Emmy e até o Grammy. Em 2000, ganhou o titulo de “Dame” da Rainha da Inglaterra por serviços no campo das artes, juntando-se à um grupo de grandes nomes do Reino Unido. Andrews faz, também, parte da história da Disney, com papéis marcantes que todos lembrados com alegria e – em muitos casos – com nostalgia.

Por isso, resolvi listar aqui 5 filmes ou séries de filmes com a Julie Andrews para você relembrar seus tempos de criança ou curtir com sua família, irmãos mais novos ou filhos.

Mary Poopins (1964 / dir: Robert Stevenson)

Julie Andrews em "Mary Poppins"

A história da mágica e esperta babá que aparece na mansão dos Banks para unir a família e ensinar o significado da felicidade é a estréia de Julie Andrews no cinema após anos de trabalho nos palcos de West End e na Broadway. O longa lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, fazendo dela uma das polcas atrizes a ganhar o prêmio pelo primeiro filme em que atua. A história retratada no cinema fez parte da infância de diversas crianças desde os anos 60 por suas diversas reprises todos os anos.

É diversão garantida sempre que é exibido por todos lembrarem de suas marcantes cenas como quando Mary Poppins e o limpador de chaminés entram nos desenhos da calçada para um mágico mundo de desenhos, pela palavra “Supercalifragilisticexpialidocious” ou pelo número “Chim Chim Cher-ee” (ganhador do Oscar de Melhor Canção) onde dezenas de limpadores de chaminé dançam com a babá pelos telhados de Londres.

Com personagens secundários igualmente divertidos como as duas empregadas da família, a mãe feminista e – claro – o limpador de chaminés Bert, interpretado pelo sempre brilhante Dick Van Dyke, o filme precisa fazer parte da lista de filmes do dia das crianças de qualquer casa.

A Noviça Rebelde (1965 / dir: Robert Wise)

Julie Andrews em "A Noviça Rebelde"

Um ano após o enorme sucesso de “Mary Poppins”, Andrews voltou a ser indicada para o Oscar pelo papel da noviça Maria. Mais uma vez sendo chamada para cuidar de crianças – dessa vez das sete crianças von Trapp – após o pedido do viúvo Capitão von Trapp por uma governanta, Maria envolve-se em diversos atritos com o militar sobre a maneira rígida que ele cuida de seus filhos.

A noviça começa uma grande história de amor com o capitão, além de trazer muitas mudanças para a vida dessas crianças através da música, com os clássicos “The Sound of Music”, “Do-Re-Mi” e “Edelweiss”. Tudo isso com lindos cenários e um pano de fundo da invasão nazista, “A Noviça Rebelde“ é um clássico do cinema musical, exibido todos os anos na televisão em datas como Natal e Ano Novo, trazendo um gostinho de infância para muito adulto.

O Diário da Princesa (2001 / dir: Garry Marshall)

Julie Andrews em "O Diário da Princesa"

Após diversos papéis e interessantes trabalhos que variaram de musicais até mesmo um filme com Alfred Hitchcock, Julie precisou dar uma parada para cuidar da carreira, fazendo uma cirurgia na garganta que lhe custou a famosa voz para o canto.

Mas em 2001 ela voltou com o sucesso infanto-juvenil “O Diário da Princesa”, onde interpretou a Rainha da Genovia, Clarisse Renaldi, que aparece para bagunçar a vida de sua neta, a desajeitada adolescente Mia – interpretada pela então desconhecida Anne Hathaway – para anunciar que ela é herdeira do trono e precisa ser preparada para assumir seu papel no reinado. Os conflitos entre a avó que tenta transformar a neta em uma elegante princesa e a relutante adolescente frustrada são alguns dos momentos mais especiais do filme, que foi um enorme sucesso de bilheteria e apresentou Andrews para uma nova geração de fãs.

Eloise at the Plaza & Eloise at Christmastime (2003 / dir: Kevin Lima)

Julie Andrews em "Eloise at the Plaza"

Em 2003, Julie voltou ao seu tão famoso papel de babá e, novamente, em filmes baseados numa série de livros. A história da pequena Eloise, uma menina de 6 anos que mora na cobertura do Hotel Plaza em Nova York com sua Babá, seu cachorro Weenie e sua tartaruga Skipperdee. Pelo segundo filme, Julie Andrews foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, que se passa durante a época de Natal e onde sua personagem aparece com mais proeminência. Ambos são filmes ótimos para se divertir com as aventuras de Eloise pelo hotel e com a Babá sempre correndo atrás da pequena.

A série Shrek

  1. Shrek 2 (2004 / dir: Andrew Adamson, Kelly Asbury e Conrad Vernon)
  2. Shrek Terceiro (2007 / dir: Chris Miller e Raman Hui)
  3. Shrek Para Sempre (2010 /dir: Mike Mitchell)

Julie Andrews como a Rainha Lillian na serie "Shrek"

A partir do segundo filme da série Shrek, Julie Andrews entra na história como a Rainha Lillian, mãe da princesa Fiona que agora já está permanentemente como ogra e casada com o ogro Shrek. Sua personagem aparece na saga do ogro por sua desaprovação das escolhas da filha em permanecer como ogra e casar com Shrek, mas acaba aceitando que sua filha está feliz e participa das aventuras pela terra de Tão Tão Distante. Os filmes são enormes sucessos, sendo a franquia de animação mais bem sucedida da história.

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10.05.2013 // cinema&tv / entrevistas / tvmáfia

Elena - Divulgação

Escutei falar do filme há alguns meses, vi o teaser e logo me despertou uma forte curiosidade em descobrir um pouco mais. Pesquisei, abracei e decidi que esse seria meu próximo post de cinema para o Máfia, afinal, não tem como não se apaixonar por Elena.

Eu, Rodrigo Maya e Isabelle Ribeiro fomos na última pré-estreia do filme, ontem, para decifrarmos esse mistério para o Máfia. Aproveitamos para fazer uma entrevista com a simpática diretora Petra Costa, que nos conta um pouco sobre Elena e toda a trajetória do filme que estreia hoje, 10 de maio, nas principais capitais do Brasil.

Petra CostaElena - Poster

A história:

Elena vai para Nova York com um sonho, o de ser atriz de cinema. Lá, com uma realidade diferente da que sonhava, Elena é tomada pela depressão e angústia, que logo a leva a um fim trágico.

Duas décadas mais tarde, Petra, irmã mais nova de Elena, também se torna atriz e embarca para Nova York, onde resolve traçar os mesmos caminhos da irmã. Busca suas cartas, seus desenhos, suas fotos, seus arquivos pessoais.

Nessa busca frenética, seus caminhos se cruzam e se confundem, Petra se vê em Elena e agora precisa se desvencilhar e se encontrar.

Elena - Divulgação

E é essa a base do documentário “Elena”, primeiro longa da diretora e também protagonista Petra Costa. A perda é um assunto delicado, é como a própria diretora diz: “uma dor inconsolável”, então é muito mais fácil aprender a dançar com ela do que fingir que ela não existe.

// Confira salas e horários de exibição do filme em São Paulo
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Com diálogos em primeira pessoa e cenas intimistas muito bem montadas, que se misturam a gravações antigas, cartas e diários, o documentário aborda temas delicados como depressão, crise de identidade, transição e toda a jornada psicológica da autora em enfrentar seus medos para enfim se libertar, tudo com um tom bem delicado e feminino, transformando uma etapa trágica de sua vida em arte.

Petra luta contra o esquecimento e a morte, transformando suas lembranças pessoais em experiência compartilhada para que não se percam no tempo. “Elena” é uma viagem interna, é uma história pessoal que transcende.

[ Rodrigo Maya e Petra Costa, durante a entrevista ]

[ Rodrigo Maya, Petra Costa e eu, na pré-estreia do filme ]

Fotos: Isabelle Ribeiro | Divulgação

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22.02.2013 // cinema&tv

Faltam poucos dias para o Oscar e chegou a parte II das minhas considerações para os prêmios da Academia. Como todos sabem, as últimas categorias a serem transmitidas são também as mais intrigantes! É exatamente sobre elas que vou falar agora.

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20.02.2013 // cinema&tv

Oscar, Oscar, Oscar! Chegou a época do ano em que comemoramos o melhor do cinema de 2012 que só está chegando no Brasil em 2013: The 85th Academy Awards!!!

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19.02.2013 // celebridades / cinema&tv

Poderia falar do Oscar, comentar o porquê de o Ben Affleck não ter sido indicado, mas não. Estou eu aqui, no meu primeiro post, para falar da minha musa Audrey Hepburn, a eterna Bonequinha de Luxo!

Audrey Hepburn

Audrey Kathleen Ruston nasceu no dia 4 de maio de 1929 na Bélgica, filha do banqueiro Joseph Ruston e da baronesa holandesa Ella Van Heemstra. Teve uma infância difícil, começando com o abandono do pai, logo após o divórcio, quando ela tinha apenas 9 anos, ocasião em que sua mãe a enviou para um internato na Inglaterra. Foi lá que ela encontrou sua primeira paixão: o balé.

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